Acolhimento de perto para quem veio de longe.
Morar fora traz descobertas, mas também pode fazer falta ter com quem conversar. Como terapeuta integrativa, acompanho brasileiras no exterior que desejam olhar com mais atenção para o que estão vivendo.
Vamos conversar?
Viver longe de casa
Talvez você se reconheça aqui.
Insegurança com o idioma
Ter muito a dizer e não encontrar as palavras pode tornar até uma conversa simples cansativa.
Saudade de casa
Gostar da vida que está construindo não apaga a falta de um abraço conhecido e de quem ficou.
Solidão
Às vezes, falta alguém com quem dividir as pequenas coisas do dia, mesmo quando há pessoas por perto.
Sensação de não pertencer
Entre duas culturas, você também muda. Encontrar seu lugar pode levar tempo.
Cobrança para se adaptar
Você não precisa dar conta de tudo nem provar que a mudança valeu a pena. Há espaço para uma pausa.
Tristeza nos meses com menos luz
Dias curtos podem trazer desânimo e vontade de se recolher. Se a tristeza persistir, procure avaliação profissional.
Meu jeito de acompanhar.
A partir do que você traz, conversamos sobre como esse momento afeta sua vida. Meu olhar integrativo considera a relação entre o que você sente e o contexto em que vive. O acompanhamento vai sendo construído nessa conversa, com sua participação.
Como funciona o acompanhamento ↗Também aprendi a viver longe de casa.
Sou Carla, brasileira de Florianópolis e imigrante na Alemanha desde 2018. Essa vivência acompanha meu trabalho como terapeuta integrativa.
Conheça minha história ↗Que tal começarmos com uma conversa?
Se quiser conhecer meu trabalho ou tirar uma dúvida, pode me escrever. Eu mesma respondo.
Entrar em contatoEsclarecimentos sobre o atendimento
Acolher sua história também é reconhecer os cuidados de que você precisa. Meu acompanhamento oferece escuta e reflexão, respeitando seu momento e os outros profissionais que caminham com você.
Esse espaço não é psicoterapia e não substitui consultas, diagnósticos ou tratamentos médicos, psicológicos ou psiquiátricos. Não realizo diagnósticos clínicos, não prescrevo medicamentos e não emito laudos médicos ou psicológicos.
Se houver necessidade de outro cuidado, conversaremos sobre a importância de buscar ou manter o apoio de profissionais de saúde habilitados.
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